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Capitu Vem Para o Jantar comemora UM ANO!

Dá para imaginar? Um ano de blog e OITENTA receitas publicadas! ❤

Capitu Vem Para o Jantar

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Hoje é dia de Sorteio, Lasanha Caseira e de curtir As Batidas Perdidas do Coração

Machado de AssisNível: Apenas 1 Machado

 

No livro “As Batidas Perdidas do Coração“, de Bianca Briones, há uma receita mara de lasanha! Aprenda a fazer esta delícia e participe do sorteio para ganhar este livro lindo! ❤

As batidas perdidas do coração

Preciso dizer que passei a última semana bem acompanhada. Isso porque me joguei na leitura de livros maravilhosos que a Verus Editora enviou de presente aqui para o Capitu. E tem coisa melhor do que escapar um pouco da realidade e mergulhar em histórias vividas por personagens incríveis? No post de hoje vou falar sobre o “As Batidas Perdidas do Coração“, da Bianca Briones. E o mais legal? Tem sorteio (\o/) e a Bianca ainda conversou com o blog sobre o livro. Nada mal, né?

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Montanha-Russa de Clarissa e Érico Veríssimo

Machado de AssisMachado de AssisNível: 2 Machados que valem a pena!

Em “Clarissa”, de Érico Veríssimo, há um doce delicioso chamado Montanha-Russa. Aprenda a fazer esta delícia! ❤

Livro Clarissa de Érico Veríssimo

Ufa! Voltei. E agora com o fogão arrumado! (\o/). Ficar uma semana longe do Capitu foi difícil. Tão difícil que inventei coisas para fazer em relação ao blog. Li bastante, pesquisei receitas e fiz um Twitter. Agora dá para acompanhar minhas proezas culinárias diariamente. Se você achar interessante me seguir, clique aqui.

Para aproveitar o retorno do amado fogão, investi no domingo em família com várias comidinhas. Não sei como é a sua família, mas a minha quando se encontra, misericórdia, só sabe comer. E se não come, fala em comida.

Para aproveitar o encontro, portanto, fiz a receita de hoje. Uma sobremesa mara chamada Montanha-Russa presente no livro “Clarissa” de Érico Veríssimo. Quem me deu esta dica foi a leitora Luisa Cleto.

PAUSA NA NARRATIVA: Gente, este texto já estava prontinho quando entrei no e-mail e me deparei com uma coincidência bruta. Eu ainda tinha suspiro grudado no cabelo por ter acabado de terminar a receita quando a leitora Paola Muniz me enviou uma mensagem pra lá de curiosa. Disse que vive no Sul e que aproveitou o friozinho para colocar a leitura em dia. Adivinha qual o livro? Sim, exatamente o “Clarissa”. Ela também me sugeriu preparar a receita de Montanha-Russa, assim como a Luisa. Excelente estas coincidências da vida, né? É sinal de que o universo está conspirando a favor da sobremesa, rs

Já faz muito tempo que li a obra e não lembrava desta delícia. Depois da ótima dica da Luisa (E agora da Paola), corri para o exemplar que tenho em casa e achei o trecho maravilhoso que fala desta receita um tanto inusitada.

Afinal, você já tinha ouvido falar numa sobremesa chamada Montanha-Russa? Eu não.

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O Crémeux rodeado de maracujá de A Culpa é das Estrelas

Machado de AssisNível: Apenas 1 Machado

 

Depois de se esbaldarem com o Risoto de Cenoura Roxa, Gus e Hazel se deliciam com o Crémeux rodeado de maracujá.

Presente no livro “A Culpa é das Estrelas”, de John Green, esta receita é simples e tem um toque de sofisticação. Afinal, tem coisa mais chique do que falar “Crémeux”?

A Culpa é das EstrelasComo prometido no último post, eu também fiz a receita da sobremesa do jantar de Hazel e Gus em Amsterdã. Fica um delícia. Receitinha que vou fazer sempre que puder para receber amigos e família. Garanto que você também vai gostar! 🙂

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O Grande Gatsby e os Bolinhos de Limão

Machado de AssisNível: Apenas 1 Machado

 

Gatsby e Daisy se reencontram, depois de cinco anos, para tomar chá com bolinhos de limão. O livro “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, é considerado até hoje o grande romance americano. ❤

Bolinhos de Limão de O Grande GatsbyTô sumida. Eu sei. Mas, sabecomoé, esta vida de proletariado não tá fácil! Esta semana prometo publicar as receitinhas pendentes, ok? Tenho uma novidade bacanuda. Na sexta-feira passada eu dei uma entrevista sobre o blog para a Rádio Estadão. A correria foi tão grande que nem consegui avisar para vocês ouvirem ao vivo. Porém, prometo que em breve coloco o link aqui, ok?

Agora, a receita, né? Lembro que na estante da sala de casa ficavam os livros clássicos da minha mãe. Passei diversas vezes na frente de “O Grande Gatsby” e não dei a mínima bola. Naquela epoca eu não poderia entender a importância daquela capa amarela e daquele nome. Gatsby, que diabo é isso? Só muitos anos depois, quando ouvi falar sobre a história do livro, é que acendeu uma luzinha de curiosidade aqui dentro. Retornei para a estante e devorei o livro em uma semana. E que descoberta incrível!

Sempre gostei muito de “O Grande Gatsby”, apesar de sofrer com uma estranha relação de amor e ódio por Daisy num intervalo de apenas algumas páginas. Pro fim da verdade, o meu personagem realmente favorito da obra é o narrador Nick. E é justamente na casa de Nick que Gatsby e Daisy se reencontram após cinco anos. À mesa, chá e 12 bolinhos de limão.

Bolinhos que eu fiz e amei. Estou certa que esta foi uma das receitas que mais mandei bem. Por outro lado, sou suspeita. Sempre preferi bolo e torta de limão a qualquer outro. Enfim, a receita é simples e ótima para um chá da tarde. Mãos à obra? 🙂

Ps: Não tem nada a ver com gastronomia. Mas, eu escrevi uma crônica para o jornal OCicerO sobre “O Grande Gatsby” e outros livros que eu amo. Se quiser ler, clica aqui.

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O Morro dos Ventos Uivantes, a Compota de Maçã e minha pirofagia gastronômica

Machado de AssisNível: Apenas 1 Machado

 

Você sabia que Emily Brontë só escreveu um único livro durante sua curta vida? E ainda bem que assim o fez, pois “O Morro dos Ventos Uivantes” é um clássico que toda pessoa deve ler em algum período da vida.

A compota de maçã de o morro dos ventos uivantesA Compota de Maçã é protagonista importante de determinado trecho da história. Aprenda a fazer esta receita que é uma delícia ❤

Eu já devo ter lido “O Morro dos Ventos Uivantes” umas três vezes. Parece uma coisa, toda vez que sinto necessidade de dar uma sacudida nos sentimentos e fugir um pouco da vida sem sal, corro para este romance. (Mais outros títulos fazem parte da minha lista de “livros para momentos ruins”. Um dia publico esta lista por aqui).

Acho que isso acontece porque todos os personagens criados por Emily Brontë são extremamente sentimentais. Talvez, admito, eu me veja um pouco em cada um deles. Catherine é explosiva, cheia de crises de choro e reflexões angustiantes. Já Heathcliff é o ser apaixonado que se deixa levar tanto por suas emoções que inicia uma série de atitudes vingativas que acabam impactando até a próxima geração deste casal. Li em algum lugar que Heathcliff é o típico escorpiano. E não poderia haver melhor comparação.

Bom, decidido fazer a compota, piquei as maçãs, coloquei-as no fogo e, enquanto elas cozinhavam, aproveitei para checar o celular, fuçar a vida alheia no Instagram, ler mensagens no Facebook, responder WhatsApp e… O cheiro de queimado.

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Mary Poppins e a Torta de Geleia de Framboesa

Machado de AssisNível: Apenas 1 Machado

 

Mary Poppins adora Torta de Geleia de Framboesa. A personagem mais importante da minha infância merece um espaço por aqui! ❤

Torta de Geleia de Framboesa de Mary Poppins

Estes dias eu estava fazendo hora na Avenida Paulista e decidi passar o tempo na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. De repente me deparo com este exemplar maravilhoso do livro “Mary Poppins”, de P. L. Travers. Foi paixão à primeira vista. Não pensei duas vezes e o trouxe para casa. Eu devia isso a mim mesma por tudo o que Mary Poppins representou para minha infância.

A primeira vez que a conheci foi em algum momento antes dos 10 anos. É engraçado como as memórias gustativas funcionam, né? Eu explico: Foi minha mãe quem alugou o filme em VHS e apresentou para meu irmão e eu esta babá dos sonhos. Para a ocasião, ela fez uma enorme torta de amendoim. Me lembro que devoramos a torta inteirinha enquanto víamos o filme. Ficou marcado, toda vez que falo sobre Mary Poppins, instantanemente, me vem à cabeça a imagem da torta de amendoim. Nota mental: Um dia preciso pedir para que minha mãe me ensine fazer esta receita.

Não teve jeito. Eu estava enfeitiçada. Aquele se tornou o meu filme preferido e é até hoje.

Neste ano o livro comemora seus 80 anos e, para celebrar em grande estilo, a editora Cosac Naify lançou esta nova versão traduzida por Joca Reiners Terron e com ilustrações de Ronaldo Fraga. É um livro de fazer babar qualquer colecionador!

O mais bacana é que eu só tinha visto o clássico filme com Julie Andrews e, portanto, mergulhar na história escrita por Pâmela Travers pela primeira vez foi uma viagem à infância.

O livro é tão encantador que li numa sentada. E a leitura ficou ainda mais deliciosa com um baita pedaço da Torta de Geleia de Framboesa ao meu lado. 😀

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